MÁQUINAS DE VER, MÁQUINAS DE MÁQUINAS...

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Resumo

Este texto trata das possibilidades abertas pelo projeto Máquinas de Ver, que se dispõe a construir instrumentos que produzam imagens a partir da luz incidente. Que imagens se poderá haver, e que miradas essas imagens poderão permitir? Que afetos se põem em movimento ao construir as máquinas coletivamente? Qual a possibilidade de miradas e afetos criarem multiplicidades/rizomas? Estas as perguntas que servirão de norte a este exercício de escrita e reflexão.

Referências

CARDOSO JÚNIOR, Hélio Rebello. A origem do conceito de multiplicidade segundo Gilles Deleuze. Trans/Form/Ação, São Paulo, n. 19, p. 151-161, 1996. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/trans/v19/v19a10.pdf>. Acesso em: 14/05/2015.

DELEUZE, Gilles e GUATTARI, Félix. Mil Platôs – capitalismo e esquizofrenia, Vol. 1. São Paulo: Editora 34, 1995.

______. O Anti-Édipo. São Paulo: Editora 34, 2010.

FOUCAULT, Michel. Arqueologias do Saber. São Paulo: Forense Universitária, 2009.

SAMAIN, Etienne (Org.). Como pensam as imagens. Campinas: Editora da Unicamp, 2012.

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Publicado

2022-07-16

Edição

Seção

VI Seminário Conexões - Sessão 15 - Artigos