RASTROS, FAGULHAS E LAMPEJOS NA/PELA PESQUISA: SOBRE O QUE (AINDA) SE MOVE

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Resumo

A somatória de vivências para tornar-se o que se é compõe as linhas que carrego para esta escrita: o encantamento com artefatos artísticos escolhidos para o processo da pesquisa, e uma proposta de formação em educação a partir dos agenciamentos entre a arte, e a cartografia escolar. A aposta está em solapar a confiança numa formação em educação geográfica estática que afirma a ordem e a obediência aos regimes de representação e verdade sobre o mundo e mover o pensamento pela/com a arte como “pequenos acontecimentos”. A tentativa de saída de alguns desertos na educação se dá pelo encontro com as obras de Jorge Macchi, Ana Linemman e Qiu Zhijene. Propõe-se a reflexão sobre o efêmero que revolve com anseios de uma educação demasiadamente assentada. O artista interpreta ao destruir a matéria de seu sentido primeiro, o metal que se transfora em instalação, o papel-mapa que vira escultura. Como propor uma educação para a solidão que não signifique educar para estar só, mas sim para “o reconhecimento da plenitude incontornável do mistério?”

Referências

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Publicado

2022-07-16

Edição

Seção

VI Seminário Conexões - Sessão 16 - Artigos