ÁRVORE NO DESERTO: UMA LEITURA ACROBÁTICA PARA UMA DRAMATURGIA DE CENA

Autores

  • José Guilherme Pereira Bergamasco Ponto de Cultura NanoCirco, Campinas, SP, Brasil.
  • Veronica Fabrini Machado de Almeida Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.34112/1980-9026a2019n39p41-57

Resumo

Este texto abarca o processo de criação do espetáculo Árvore no Deserto (2011/2012), realizado pelo Grupo Ponte pra Lua da cidade de Campinas, SP. Reflete sobre um modo de leitura no qual o corpo esteja engajado em sua unidade psicofísica. Aborda a construção de uma linguagem híbrida no jogo entre o teatro, o circo, a dança, a música e o grafite. Discute a construção de uma dramaturgia cuja singularidade reside na articulação e contágio entre as linguagens e o uso da acrobacia e outros números circenses de risco como estratégia poética e narrativa.

Biografia do Autor

José Guilherme Pereira Bergamasco, Ponto de Cultura NanoCirco, Campinas, SP, Brasil.

José Guilherme Bergamasco (Zuza) é mestre em Artes da Cena pela Universidade Estadual de Campinas e graduado em Educação Física pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Fundou o Espaço Cultural NanoCirco, onde atua como diretor artístico e professor; em 2018 o espaço se tornou Ponto de Cultura. É professor de circo em escolas e em projetos sociais. É integrante do grupo cênico Ponte Pra Lua. Foi professor de Técnicas Circenses do Depto. de Artes Cênicas da UNICAMP de 2012 a 2015. Tem experiência nas áreas de circo, teatro, dança, direção cênica, música.

Veronica Fabrini Machado de Almeida, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP, Brasil.

Veronica Fabrini é Bacharel em Artes Cênicas e Mestre em Artes pela Universidade Estadual de Campinas, Doutora em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo, com pós doutorado em Filosofia e Teatro pelo Centro de Filosofia das Ciências da Universidade de Lisboa. É professora/pesquisadora do Instituto de Artes da Unicamp, membro dos Grupos de Pesquisa Pindorama (Unicamp) e Íman: Imagem e Mito nas Artes da Cena (UFG). É fundadora e diretora artística da Boa Companhia, e atriz. Suas investigações transitam pelos estudos feministas, decoloniais e imaginário.

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Publicado

2019-12-31

Edição

Seção

Dossiê – Artigos