O DEVIR TERRITÓRIOS-ESCOLAS-CIDADES E CURRÍCULOS E GÊNERO: DESTERRITORIALIZANDO CONCEITOS NA TESSITURA DE UMA NOVA TERRA POSSÍVEL

Autores

  • Marina de Oliveira Delmondes Universidade Federal do Espírito Santo

Resumo

Políticas curriculares nacionais têm invisibilizado a temática de gênero e sexualidade. Problematiza-se, então: o que pode um corpo quando o assunto é gênero e sexualidade? O que pode um corpo nos territórios-escolas-cidades e currículos? Imediações vividas na composição de um manguezal no Lume Teatro/Campinas-SP, decorrentes do VII Seminário Conexões, compondo com Deleuze (1997, 1998, 2010), Amorim (2013) e outros intercessores em um tempo de catástrofes ambientais e curriculares, apontam que um corpo soloafetado  desterritorializa e reterritorializa conceitos emergindo um devir-corpo ou devir-corpomangue na tessitura de uma Nova Terra possível.

Biografia do Autor

Marina de Oliveira Delmondes, Universidade Federal do Espírito Santo

Universidade Federal do Espírito Santo. Graduada em Pedagogia pela Universidade Federal do Espírito Santo. Mestranda em Educação pelo Programa de Pós-Graduação da Universidade Federal do Espírito Santo. Integrante do Grupo de Pesquisa “Currículos, cotidianos, culturas e redes de conhecimentos”, coordenado pelo professor Carlos Eduardo Ferraço. E-mail: marinaodelmondes@hotmail.com.

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Publicado

2019-02-12

Edição

Seção

Artigos