RETERRITORIALIZAÇÃO DOS AFETOS EM TEMPOS DE PANDEMIA

Autores

DOI:

https://doi.org/10.34112/1980-9026a2021n44p270-277

Resumo

 

Este texto pretende provocar uma reflexão sobre como as medidas de isolamento social, decorrentes da pandemia do Covid-19, podem atravessar a dimensão dos corpos a partir de processos de reterritorialização dos afetos no presente. Utilizando a noção espinosiana de hecceidade, trabalhada por Deleuze e Guattari, em que o corpo é o conjunto de seus movimentos, repousos e pelos graus de potência dos afetos, busca-se aqui pensar de que maneira as restrições físicas e sociais da pandemia podem alterar as noções espaço-temporais individuais e coletivas. 

Biografia do Autor

Luana Garcia Feldens Fusaro, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUC/SP, São Paulo

Luana Garcia Feldens Fusaro é graduada em Comunicação Social - Jornalismo pela Universidade Tiradentes (UNIT), mestra pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia da Universidade Federal de Sergipe (UFS), doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Semiótica da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). E-mail: luafeldens@gmail.com

 

Juliana Garcia Feldens, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP), São Paulo

Juliana Garcia Feldens é graduada em Comunicação das Artes do Corpo pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e mestranda do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Semiótica da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). E-mail: juliafeldens@gmail.com

Referências

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Publicado

2021-09-14

Edição

Seção

Dossiê – Ensaios