DOCÊNCIAS-NÔMADE NA EDUCAÇÃO: O QUE NOS FORÇA A PENSAR?

Autores

DOI:

https://doi.org/10.34112/1980-9026a2021n44p207-217

Resumo

Trata-se de um recorte atemporal de pesquisas que apresentam como seus intercessores teóricos Deleuze e Guattari e que estão interessadas nos acontecimentos produzidos pelas docências nos territórios movediços da educação, tendo como um de seus principais objetivos problematizar as composições das formas e dos fluxos que produzem outras docências possíveis. Movimentos que, deslocados pela filosofia da diferença, entrelaçam-se aos pensamentos abertos que provocam e forçam ao exercício de (des)apropriar, (des)continuar e (des)alocar o arcabouço de uma educação que esteve, e ainda está, legitimada nos princípios da padronização, da verdade e da homogeneização do fazer pedagógico, ou seja, de uma ciência moderna, pautada nos ideais cristalizados de uma educação régia. Objetiva, ainda, defender que as docências se realizam com as experiências e com os encontros vivenciados cotidianamente por docentes-discentes, nos diferentes territórios da educação, na efemeridade de uma vida-corpo, que rompe com o instituído.

Biografia do Autor

Letícia Regina Silva Souza, Universidade Federal do Espirito Santo, Vitória, ES, Brasil

Letícia Regina Silva Souza é Doutoranda em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Espírito Santo (PPGE/CE/Ufes) na Linha de Docência, Currículo e Processos Culturais. Mestra em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Espirito Santo (PPGE/ CE/ Ufes). Especialista em Psicopedagogia pela Unigranrio. Licenciada em Pedagogia pela Universidade São Camilo. Integrante do Grupo de Pesquisa “Currículos, Cotidianos, Culturas e Redes de Conhecimentos”, coordenado pelo professor Carlos Eduardo Ferraço. É professora estatutária  da educação básica da Rede Municipal de Ensino de Guarapari.

Ana Carolina Justiniano, Universidade Federal do Espirito Santo, Vitória, ES, Brasil

Ana Carolina Justiniano é Doutoranda em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Espírito Santo (PPGE/CE/Ufes) na Linha de Docência, Currículo e Processos Culturais. Mestra em Linguística Aplicada pelo Programa de Pós-Graduação em Estudos Linguísticos da Universidade Federal de Minas Gerais (POSLIN/ FALE/ UFMG). Especialista em Tradução pela UFMG. Licenciada em Letras-Inglês pela Ufes. Integrante do Grupo de Pesquisa “Currículos, Cotidianos, Culturas e Redes de Conhecimentos”, coordenado pelo professor Carlos Eduardo Ferraço. É professora estatutária da Rede Estadual de Ensino do Espírito Santo no ensino médio.
anac.justiniano@gmail.com

Tamili Mardegan da Silva, Universidade Federal do Espirito Santo, Vitória, ES, Brasil.

Tamili Mardegan da Silva é Doutoranda em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Espírito Santo (PPGE/CE/Ufes) na Linha de Docência, Currículo e Processos Culturais. Mestra em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Espírito Santo (PPGE/CE/Ufes). Especialista em Informática na Educação e em Alfabetização e Letramento. Licenciada em Pedagogia. Integrante do Grupo de Pesquisa “Currículos, Cotidianos, Culturas e Redes de Conhecimentos”, coordenado pelo professor Carlos Eduardo Ferraço. É professora estatutária da Rede Municipal de Ensino de Guarapari na Educação Infantil e nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental e, desde 2015, atua na Secretaria da Educação de Guarapari (Semed). E-mail: tamilimardegan@hotmail.com

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Publicado

2021-09-14

Edição

Seção

Dossiê – Artigos