ESSA PESQUISA ROUBADA QUE NÃO DESEJO A NINGUÉM A NÃO SER A MIM MESMO, AMÉM

Autores/as

Resumen

O presente ensaio é parte da seguinte crença: não pesquisamos se não roubando. Não escrevemos e não pensamos se não descolando, arrancando e confundindo pedaços, fazendo dos velhos pontos inéditas pontes de vista. Nesse sentido, o feltro de ideias, sons e imagens aqui encarnadas, não faz mais que deixar vestígios de certo ar impuro de pesquisa, que insiste em tomar o ontem como hoje e o dele como nosso. Pensar é criar e criar é pensar de maneira impura, de modo que a pesquisa não se constitui a não ser enquanto um exercício polifônico, ela própria o testemunho de uma indissociabilidade entre o contágio, o pensamento e a criação.

Publicado

2022-07-16

Número

Sección

VI Seminário Conexões - Sessão 39 - Artigos