NINGUÉM FLUINDO DE MÁQUINAS DESEJANTES

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Resumo

O presente texto objetiva movimentar a ideia de sexualidade como fluxos de máquinas desejantes, que não se aprisionam nas ciências e na religião, pois a sexualidade não é uma infraestrutura nos agenciamentos do desejo. Toma-se como suporte teórico a Filosofia da Diferença de Deleuze. A sexualidade é apresentada como Ninguém, personagem que mostra seus deslizamentos na literatura, entre os saberes hegemônicos consolidados pelas ciências e entre os corpos... Desliza entre os rótulos se mostrando como potência afirmativa da vida.

Biografia do Autor

Helane Súzia Silva dos Santos, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA)

Possui graduação em Licenciatura em Biologia (2002), mestrado em Biologia Ambiental (2005), doutorado em Educação em Ciências (2016), todos pela Universidade Federal do Pará. Atualmente é professora efetiva do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará e da Secretaria de Estado de Educação do Pará. Atua nas seguintes áreas: Educação em Ciências (com ênfase no Ensino de Biologia), Ecologia e Botânica. Realiza estudos nos seguintes temas: educação, ensino de ciências, etnobotânica, sexualidade, filosofia da diferença.

Referências

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DELEUZE, G. GUATTARI, F. O anti-édipo: Capitalismo e esquizofrenia. Tradução de Luiz B. L. Orlandi. São Paulo: Editora 34, 2010.

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WOOLF, V. Orlando. Tradução de Cecília Meireles. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1978.

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Publicado

2022-07-16

Edição

Seção

VI Seminário Conexões - Sessão 9 - Artigos