A EXPERIÊNCIA DO FORA EM DELEUZE: O VIRTUAL TECNOLÓGICO E A VIDEOARTE

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.34112/1980-9026a2021n44p200-206

Resumen

Este artigo objetiva problematizar a experiência do fora por meio da videoarte. Essa proposição implica compreender que a arte do vídeo pode ser um “veículo” potente para acionar devires da subjetivação que tem modificado os modos de experimentação de si e do mundo. Para tanto, é abordada as temáticas do virtual e da imagem-tempo a partir do pensamento de Deleuze (1987; 1988; 1990). Além disso, foi realizada uma análise dos territórios sensíveis da obra videográfica Mannequin Death (2016) de John Miller e Richard Hoeck. Concluímos, ao final, que devido as imagens de uma videoarte serem regidas sob o signo do inacabamento – uma obra-processo em que a plasticidade ganha lugar, características da vida, se instaura a possibilidade para transitar por uma experiência fora do sujeito nas dimensões do virtual.  O que ocorre é um outro agenciamento com espectador em que há múltiplas produções de sentidos e linguagens sem pretensão de estabelecer sistemas de representação.

Biografía del autor/a

Hugo Souza Garcia Ramos, Universidade Federal do Espírito Santo

Pedagogo. Mestre em Psicologia Institucional e Doutorando em Educação pela Universidade Federal do Espírito Santo – UFES. Bolsista CAPES.

Geide Rosa Coelho, Universidade Federal do Espírito Santo

Graduado em Física Licenciatura pela Universidade Federal de Minas Gerais (2001), Mestre em Educação pela Universidade Federal de Minas Gerais (2007) e Doutor em Educação pela Universidade Federal de Minas Gerais (2011). Atualmente é professor da área de ensino de Física no Centro de Educação da Universidade Federal do Espírito Santo (2010) atuando no curso presencial e na modalidade a distância e professor dos Programas de Pós-Graduação em Educação e Ensino de Física (PPGEnFis) da UFES.

Citas

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Publicado

2021-09-14

Número

Sección

Dossiê – Artigos