NOTAS PARA PENSAR A FABULAÇÃO EM ÁGUA VIVA, DE CLARICE LISPECTOR

Autores

  • Murilo Roberto Malaman

Resumo

Neste trabalho pretende-se pensar a obra Água Viva, de Clarice Lispector, a partir do conceito de fabulação. Integram essa acepção cinco elementos: devir-outro, experimentação no real, mito, invenção de um povo por vir e desterritorialização da língua. Sentidos em convulsão frente ao desassossego de uma personagem perante o mundo, prelúdio à criação.

Biografia do Autor

Murilo Roberto Malaman

Referências

BOGUE, R. Por uma teoria deleuzeana da fabulação. In AMORIM, A. C. R. DE; MARQUES, D.; DIAS, S. O. (Org.). Conexões: Deleuze e Vida e Fabulação e... – Petrópolis, RJ: De Petrus, Brasília, DF: CNPq; Campinas ALB, 2011.

DELEUZE, G. Conversações. Tradução de Peter Pál Pelbart. São Paulo: Editora 34, 1992.

DELEUZE, G. Crítica e clínica. Tradução de Peter PálPélbart. São Paulo: Ed. 34, 1997.

DELEUZE, G. Diálogos. Tradução de Eloisa Araújo Ribeiro. São Paulo: Editora Escuta, 1998.

DELEUZE, G., GUATTARI, F. Kafka: por uma literatura menor. Tradução de Rafael Godinho. Lisboa: Assírio & Alvim, 2003.

DELEUZE, G.; GUATTARI, F. Mil Platôs: Capitalismo e esquizofrenia. v. 1 Tradução de Aurélio Guerra e Célia Pinto Costa. Rio de Janeiro: Ed. 34, 1995.

LISPECTOR, C. Água viva. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

MARQUES, D. Entre literatura, cinema e filosofia: Miguilim nas telas. Tese (doutorado em Letras) – Universidade de São Paulo, 2013.

MARQUES, D. Entre fabulações de uma formação docente. Revista Digital do Lav, Santa Maria (RS), v. 8, n. 2, 2015.

SEVERINO, A. E. As duas versões de Água Viva. Remate de Males, v. 9, 1989.

Downloads

Edição

Seção

Comunicações Orais